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segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Uma história para todos

"Uma história para todos" é o título de um intercâmbio de histórias de Natal criadas pelos alunos das seguintes escolas: EBS/PE da Calheta; EB1/PE da Nazaré; EB1/PE do Lombo dos Canhas e EB1/PE do Tanque-Monte.
Após a criação de  histórias coletivas, os alunos ilustraram-nas e as mesmas foram expostas nas escolas participantes no mês de dezembro.
A história criada pelos alunos dos três polos foi a seguinte:



terça-feira, 4 de abril de 2017

Aquela nuvem e outras

O poema "Pastor" inserido no livro Aquela nuvem e outras foi trabalhado pelos alunos do 1.º/2,ºano, tendo sido proposto aos mesmos que oralmente continuassem o poema mas no género narrativo.


A menina foi para a serra com o pastor. Lá havia algumas árvores e arbustos. A erva era tenra e o rebanho era composto por quarenta ovelhas.
O pastor pegou numa ovelha e levou-a para casa. A menina fez-lhe companhia até casa e depois foi para a sua.

                                               Fajã da Ovelha



Já os alunos da Ponta do Pargo continuaram o poema:

Claro, porque não?
Levamos também o cão.

Está longe o teu rebanho
Depois até precisamos de um banho.

Já tenho a ovelha
voltamos para a aldeia.

Foi bom ir contigo.
Arranjei mais um amigo!

Por sua vez, os alunos do Paul do Mar recriaram o poema "O inverno", de Eugénio de Andrade.

A primavera

Nova, nova, nova
chegou a primavera.

Vem de camisola
vem de lenço leve ao pescoço.

O chão onde passa
parece um jardim.

Nova, nova, nova
chegou a primavera.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Livro Uma mão-cheia de histórias

A nossa escola irá receber a visita das duas autoras do livro Uma mão-cheia de histórias, Lúcia Morgado e Rita Almeida, razão pela qual ao longo do mês de fevereiro foram trabalhadas as histórias do livro. 
Eis um poema com a rima em -inha feito a partir da história "O balão saltitão".









Cadelinha lindinha

Era uma vez uma cadelinha
muito lindinha e meiguinha
que vivia numa casinha
muito bonitinha e limpinha.
Um dia ela foi passear pela aldeiazinha
e viu uma velhinha
que lhe ofereceu uma perinha.
A cadelinha engasgou-se e ficou aflitinha.
Voltou para a sua casinha lindinha
e foi dormir uma sestazinha.

Edifício Fajã da Ovelha

Galinha amarelinha

Era uma vez uma galinha
que vivia numa cidadezinha.
Um dia andava a passear e viu uma florzinha
muito branquinha e vermelhinha.
- És muito lindinha!- disse a galinha.
A galinha amarelinha perguntou à florzinha
se podia levá-la para a sua casinha
e pô-la numa jarrinha
junto à janelinha.
-Sim, podes levar-me para a tua casinha
feita de palhinha. - respondeu a florzinha.

Edifício Ponta do Pargo

A rainha e a gatinha

Era uma vez uma rainha
que era muito quietinha.
Ela tinha uma gatinha
muito bonitinha
que gostava de água fresquinha.
Um dia a rainha
caiu da sua cadeirinha
e ficou muito chateadinha.
Então foi para a caminha,
onde comeu uma sopinha
e bebeu água fresquinha.
A gatinha foi para a caminha da rainha
e esta dormiu muito quentinha.

Edifício Vasco da Gama Rodrigues

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

O príncipe com orelhas de burro

Foram feitas quadras a partir da história O príncipe com orelhas de burro, com o objetivo de incrementar nos alunos o gosto pela poesia.

Um príncipe bebé e bonitinho
foi fadado com orelhas de burro.
As flautas tudo contaram
Mas os príncipe acabou sem elas e lindinho.

                      Edifício Fajã da Ovelha

Edifício Vasco da Gama Rodrigues

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Poema "O gato"

O poema "O gato" é um poema de Sidónio Muralha, inserido no livro O rouxinol e a sua namorada e foi trabalhado pelos alunos do 1.º/2.ºanos. Os alunos dos três edifícios reescreveram o poema e fizeram a respetiva ilustração. Vejam que imaginação!
Um cão 
entrou na padaria
devagarinho
e roubou o pão
de um padeiro.
Fez do padeiro gato-sapato,
é um cão cãozinho
ladrão.
Edifício Fajã da Ovelha.

Um melro
entrou na mercearia 
devagarinho
e roubou a alpista
do vendedor.
Fez do vendedor gato-sapato,
é um melro melrinho
ladrão.
 Edifício Ponta do Pargo
Um papagaio
entrou na lavandaria
devagarinho
e roubou a camisa
de um menino.
Fez do menino gato-sapato,
é um papagaio papagaiozinho
ladrão.
 Edifício Vasco da Gama Rodrigues- Paul do Mar                                        

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Teatro às três pancadas

O mote foi dado pelo projeto Baú de Leitura. A 2.ªfase do Triatlo Literário incidirá sobre a obra Teatro às três pancadas e como tal a turma do 3.º/4.ºano trabalhou  a mesma de diversas formas, como a ilustração, a dramatização, o reconto escrito e a continuidade de algumas histórias.

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Fantochadas

Após os alunos terem improvisado diálogos com fantoches de dedo, foram criados pequenos textos dramáticos, a partir de personagens diversas.
Eis um desses textos:

Ferreiro - Não tenho ferros nenhuns... Vou pedir ao sapateiro.
(Vai à casa do sapateiro)
Sapateiro - Desculpa, mas eu não tenho ferro. Mas se calhar a cozinheira tem.
Cozinheira (descansando) - Ah, o ferreiro e o sapateiro por aqui! O que querem?
Ferreiro e sapateiro - Por acaso tens ferros?
Cozinheira - Não tenho, o que tenho são panelas de ferro.
Ferreiro e sapateiro - Ok.
(Algum tempo depois)
Ferreiro e sapateiro (escondidos) - Vamos devagar, se não acionamos o alarme. Precisamos das panelas para derretê-las... (roubam as panelas)
(Algum tempo depois)
Cozinheira (gritando irritada) - Quem roubou as minhas panelas? Ah, já sei quem foi! (pega na vassoura e corre atrás dos ladrões) - Ah, se vos apanho!!!!
Ferreiro e sapateiro - Socorro, socorro!

                                                    Dácio, António e Luana - 3.º/4.ºano



quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Regresso à escola

Numa manhã de setembro
Vou para a escola.
Já comprei o material,
Arrumei a mochila
E com os meus pais
Lá vou eu.

Pelo caminho
Encontro novos amigos
E na escola conheço
Novos colegas e professores.

Eu vou para a escola
E vou feliz
Porque muito vou aprender,
Estudar e brincar!

3.º/4.ºano (oralmente)



quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Quem canta seus males espanta

Continuamos na senda dos provérbios e desta vez foi o provérbio "Quem canta seus males espanta" que deu título à história criada oralmente pela turma do 1.º/2.ºano.

   Era uma vez uma velhinha que não tinha dinheiro. Ela era pobre.
   A senhora chamada Evangelista tinha fome, então foi à casa de um senhor e pediu-lhe dinheiro. O homem não lhe emprestou o dinheiro e ela ficou triste.
   A velhinha começou a cantar uma canção de amor e ficou mais feliz. Nesse momento, passou um senhor rico na rua e apaixonou-se pela velhinha.
   Casaram e viveram felizes para sempre.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

A ocasião faz o ladrão

"A ocasião faz o ladrão" é um provérbio muito conhecido que, entre outros, foi trabalhado na Biblioteca. A turma do 1.º/2.º ano, oralmente, criou a seguinte história baseando-se no significado do provérbio.
A ocasião faz o ladrão

    Num belo dia de verão, um menino chamado Raul deixou a porta aberta e um ladrão roubou um diamante que o Raul tinha guardado numa caixa na mesa de cabeceira. 
   - Oh não! Onde está o meu diamante?
     O Raul chamou a polícia, que lhe perguntou se suspeitava de alguém e o Raul disse que não.
     A polícia procurou o ladrão numa casa velha que era frequentada por ladrões e lá encontraram o ladrão do diamante, que se chamava Luís. 
    O Luís foi preso e o Raul recuperou o diamante. A partir desse dia nunca mais deixou a porta aberta. 

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

A ida ao Zoo


 No dia 04 de outubro assinalou-se o Dia Mundial do Animal. Por essa razão, os nossos alunos, partindo de uma sequência de imagens intitulada  "A ida ao Zoo", criaram uma história em grupo. Ora vejam:   


   Numa bela tarde, a Joana foi ao Zoo. Lá encontrou o seu amigo João, que estava a tirar fotografias aos macacos. Foram depois ver os elefantes, mas a Joana assustou-se com o barulho e saíram de lá. Viram depois o rinoceronte e disseram-lhe “Adeus”.
    A Joana foi sozinha ver as girafas, porque o João era medroso e tinha medo delas. Em seguida, na piscina do Zoo, os dois amigos viram os golfinhos que brincavam com bolas coloridas. Por fim, visitaram as tartarugas.
     - Tchau, até amanhã! – disseram eles quando foram embora para casa.
                                                                                                                                         1.º/2.ºano

    Um dia uma menina foi ao Zoo. Chamava-se Margarida. A Margarida quando chegou ao Zoo viu o seu melhor amigo: o Mateus. 
    O Mateus gostava de fotografar os animais e quando a Margarida chegou, já ele estava a tirar fotografias aos macacos. Em seguida foram ver os os elefantes. Depois viram um rinoceronte a comer erva. O Mateus não gostava de girafas, por essa razão apenas a Margarida foi vê-las.
   Os golfinhos que estavam a fazer truques com bolas também foram visitados. Já cansados, os dois amigos foram ver as tartarugas.
   - Até outro dia! Gostamos muito deste dia!
3.º/4.ºano     


sábado, 14 de maio de 2011

O príncipe disfarçado

Após a audição da história O príncipe disfarçado, foi proposto que, em pequenos grupos, os alunos a passassem para texto dramático.

Narrador – Era uma vez um príncipe que viu a fotografia de uma princesa.
Príncipe – Que linda princesa! Vou à procura dela.
Narrador – O príncipe foi e levou-lhe uma rosa.
Príncipe – Esta linda rosa é para ti.
Princesa – Hum… é um presente fraco…
Narrador – O príncipe voltou para casa triste e pensou em disfarçar-se de porqueiro. Chegou ao palácio da princesa e começou a trabalhar. Mas ele tinha uma panela mágica que soava uma melodia bonita.
Princesa – Que bonita melodia!
Narrador – A princesa foi ao chiqueiro.
Princesa – Dá-me essa panela!
Príncipe – Eu só te dou a panela se me deixares dar-te cem beijos na mão.
Narrador – A princesa aceitou. No dia seguinte, o príncipe foi levar a panela e começou a beijar a mão da princesa. Nesse momento apareceu o rei.
Rei – Sai do meu palácio!
Narrador – O príncipe foi para casa. No dia seguinte, voltou ao palácio.
Príncipe – Lembras-te de mim?
Princesa – Sim, conheço-te. És o porqueiro.
Príncipe – Eu não sou porqueiro, eu sou um príncipe e gosto de ti.
Princesa – Eu também gosto de ti.
Narrador – O rei viu que eles queriam casar.
Rei – Podem casar.
Laura, Susana ( 4.ºano)


Narrador – Era uma vez um príncipe que viu uma fotografia de uma princesa.
Príncipe – É tão gira, tenho de vê-la!
Narrador – O príncipe dirigiu-se ao palácio da princesa e levou-lhe uma prenda: uma rosa.
Príncipe – Aceita esta prenda.
Princesa – Que prenda tão fraca!
Narrador – O príncipe foi-se embora triste. Uns dias mais tarde, ele foi novamente ao palácio da princesa, mas não às claras. Foi trabalhar como porqueiro e levou a sua panela mágica, que soava uma melodia muito bonita.
Princesa – Que melodia tão bonita!
Narrador – A princesa seguiu a melodia.
Princesa – Dá-me já essa panela!
Príncipe – Só se me deixares dar-te cem beijos na mão.
Princesa – Está bem.
Narrador – Nesse momento apareceu o rei, muito furioso.
Rei – Sai já do meu palácio!
Narrador – A princesa ficou zangada com o pai. Dias depois, o príncipe voltou ao palácio.
Rei – Como a princesa gosta de ti, podem casar.
André, Bianca (4.ºano), Leonardo(3.ºano)